RELIGIÃO AFRO ILÉ DE IEMANJA 
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consacração dos orixas
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oxala    

BARÁ APRENDE A TRABALHAR COM OGUM Bará era um menino muito esperto, Todo mundo tinha receio de suas artimanhas, Ele enganava todo mundo, queria sempre tirar sua vantagem. Sua mãe sempre o reprendia e o amarrava no portão da casa para ele não ir a rua fazer traquinagens. Bará ficava ali na porta, esperando alguem se aproximar e então pedia seus favores, fazia suas artes e ali se divertia. Só deixava passar quem lhe desse alguma coisa. Sua mãe então chamou Ogum e disse a ele para ficar junto com Bará e dele tomar conta. Ogum era responsável e trabalhador. Ogum Avagã sempre ficou morando com Bará. Juntos eles moram na porta da casa e se dão bem. Bará continuou um menino danado, mas com Ogum aprendeu a trabalhar. Agora ele ainda se diverte com todos, mas para todos faz o seu trabalho. Todos procuram Bará para alguma coisa. Todo mundo precisa dos favores de Bará.
(nota do Babalorixá Rogério D'Oxalá) Essa lenda explica o porque de Bará Lodê e Ogum Avagã morarem juntos e cuidarem da porta e dos cruzeiros do Casa de Religião. São assentados no mesmo momento e também dividem a comida e os privilégios de serem os primeiros a serem saudados . Respondem no "meio do cruzeiro".

  OGUM ENSINA AOS HOMENS AS ARTES DA AGRICULTURA Ogum andava aborrecido no Orum, queria voltar ao Aiê e ensinar aos homens tudo aquilo que aprendera. Mas ele desejava ser ainda mais forte e poderoso, para ser por todos admirado por sua autoridade. Foi consultar Ifá, que lhe recomendou um ebó para abrir os caminhos. Ogum providenciou tudo antes de descer ao Aiê. Veio ao Aiê e aqui fez o pretendido. Em pouco tempo foi reconhecido por seus feitos. Cultivou a terra e plantou, fazendo com que dela o milho e o inhame brotassem em abundância. Ogum ensinou aos homens a produção do alimento, dando-lhes o segredo da colheita, tornando-se assim o patrono da agricultura. Ensinou a caçar e a forjar o ferro. Por tudo isso foi aclamado rei de Irê, o Onirê. Ogum é aquele a quem pertence tudo de criativo no mundo, aquele que tem uma casa onde todos podem entrar.

 

 

 OYÁ GANHA DE XAPANÃ O REINO DOS MORTOS
Certa vez houve uma festa com todas as divindades presentes. Xapanã chegou vestido com seu capucho de palha. Ninguém o podia reconhecer sob o disfarce e nenhuma mulher quis dançar com ele. Só Oyá, corajosa, atirou-se na dança com o Senhor da Terra. Tanto girava Oyá na sua dança que provocava o vento. E o vento de Oyá levantou as palhas e descobriu o corpo de Xapanã. Para surpresa geral era um belo homem. O povo o aclamou por sua beleza. Xapanã ficou mais que contente com a festa, ficou grato. E, em recompensa, dividiu com ela o seu reino. Fez de Oyá a rainha dos espíritos dos mortos. Rainha que é Oyá Igbalé, a condutora dos eguns. Oyá então dançou e dançou com alegria. Para mostrar a todos seu poder sobre os mortos, quando ela dança agora, agita no ar o iruquerê, o espanta mosca com que afasta os eguns para o outro mundo. Rainha Oyá Igbalé, a condutora dos espíritos, Rainha que sempre foi a grande paixão de Xapanã. (Nota do Babalorixá Rogério D'Oxalá) Uma das lendas que explica a ligação e o poder de Oyá sobre os eguns, além daquela em que ela, Oyá, dá luz ao seu nono filho que é Egungun, o antepassado criador de cada família.

 

 

 

 XANGÔ SE TORNA O ORIXÁ DA JUSTIÇA
Xangô e seus homens lutavam com um inimigo implacável. Os guerreiros de Xangô, capturados pelo inimigo, eram mutilados e torturados até a morte, sem piedade ou compaixão. As atrocidades já não tinham mais limites. O inimigo mandava entregar a Xangô seus homens aos pedaços. Xangô estava desesperado e enfurecido. Xangô subiu no alto de uma pedreira perto do acampamento e dali consultou Orunmilá sobre o que fazer. Xangô pediu ajuda a Orunmila. Xangô estava irado e começou a bater nas pedras com seu oxé , o machado duplo. O machado arrancava das pedras faíscas, que acendiam no ar famintas linguas de fogo, que devoravam os soldados inimigos. A gu erra perdida se transformou em vitória. Xangô ganhou a guerra. Os chefes inimigos que haviam ordenado o massacre dos soldados de Xangô foram dizimados por um raio que Xangô disparou no auge de sua fúria. Mas os soldados inimigos que sobreviveram foram poupados por Xangô. A partir daí, o senso de justiça de Xangô foi admirado e cantado por todos. Através dos séculos, os Orixás e os homens tem recorrido a Xangô para resolver todo o tipo de pendência, julgar as discordâncias e administrar a justiça.

 

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